Impacto da gestão de risco e SISBOV no lucro da engorda a pasto (Blog MiniFront)

  • Por Rodrigo Albuquerque - 27 de Julho de 2018

Companheiras(os) que carregam o pó da viagem,

Não há praças em queda, de modo que a variação semanal da arroba média do País novamente foi positiva. Desta vez foram mais R$ 0,42, e assim retornamos ao preço de R$ 134,87/@ de boi na média do Brasil (dados Scot/IBGE, adaptados).

Há 7 semanas a subida do boi vem ocorrendo “degrau em degrau”, porque nos falta o motor da demanda. A arrancada proporcionada apenas pela oferta reduzida é assim mesmo (falta potência para uma curva positiva mais acentuada). Devemos ir mais, na mesma “tuada” porque o estresse de oferta de agrava e porque no radar não há nenhuma montanha (repique de oferta) à frente. O único detalhe é que precisamos de mais espaço (tempo) para subir. Olho atento... “Precisa manter isso”, kkkkkkk.

Do lado da demanda, os solavancos da exportação parecem ter ficado para trás (devem ter puxado a orelha do estagiário lá do Ministério), ainda mais porque retornam os burburinhos sobre a volta da Rússia às compras (nem o dolar mais ameno tirou esta fervura). Somando estes fatos com virada de mês, volta as aulas e Dia dos Pais, houve melhora de expectativa, reacendendo o futuro... Olho atento para as oportunidades, pois elas estão surgindo...


Quem também ascendeu forte, foram os focos de fogo em pasto, pois a seca e o vento chegaram.

Vale a pena fazer gestão de risco e ter certificação SISBOV na arroba engordada a pasto? Ofereço, no Front tradicional, o raio-x dos nossos abates para solidificar estas respostas... Vamos? Até a próxima semana!

Foto em destaque: os goianos entenderão... Ao chão estão frutos do Baru, uma árvore frondosa do cerrado. A amêndoa do fruto tornou-se uma iguaria, hoje apreciada pela alta gastronomia, seja pela castanha assada, seja pelo licor (foto de Rodrigo Albuquerque, em Jussara/GO).

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