Estamos no final de 2020. Este ano foi... (Front)

  • Por Rodrigo Albuquerque - 28 de Dezembro de 2019

Companheira(o) que carrega o pó da viagem,

Hoje é a última edição do ano e adianto que será especial. Além de aberta à toda comunidade do Front, vamos fazer um exercício de futurologia que já se tornou tradição aqui! E vamos fazer isto juntos!


Direto ao ponto: é bem simples! Basta você completar a seguinte frase: “estamos no final de 2020. Este ano foi . . .”
Use todo o seu conhecimento de mercado mas não deixe de escutar seu coração e seu sentimento, pois eles valem muito! A sua criatividade também é muito bem vinda!

E para mostrar que aqui é “pé na peia”, transcrevo abaixo o que publiquei em 04.01.2019 com a minha visão sobre o que viria pela frente (quem quiser conferir na íntegra https://gestaoderiscoempecuaria.com.br/noticias/noticia/o-ano-de-2019-foi-blog-front/ ).

Confesso que fiquei feliz com o resultado. Segue:

“2019 foi um ano para entender que uma grande faxina carece de um prazo para entregar o que prometeu! Um grande problema demanda, um tempo adequado para sua solução. E o Brasil era um grande problema (talvez ainda seja, em parte)... Por mais que a entrega final ainda não tenha ocorrido (aquele cheiro hígido de casa limpa não exala), 2019 deixou claro que o Brasil reencontrou o seu rumo, inclusive na pecuária de corte. A exportação de carne se consolidou, replicando o sucesso que 2018 já obtivera. Sim, tivemos turbulências, a maioria delas fruto do pouco “km rodado” do novo governo, mas (aos trancos e barrancos) as arestas criadas não impediram a construção de excelentes vendas externas, bombadas pela ávida e insaciável voracidade oriental, notadamente chinesa. Trovões mais fortes são mais constantes no cenário internacional e preocupam. Menos mal, que do lado interno nossa demanda definitivamente iniciou um novo ciclo de consumo, que positiva mês após mês. Estamos muito aquém de onde estávamos, mas é fato inconteste que remamos para o lado correto, firmes! Depois de anos de perda de valor, a arroba recupera finalmente uma parte do seu poder de troca. O ano de 2020 vem rompendo, e a continuidade do clima positivo para o pecuarista permanece, ajudado inclusive pelo tempero que passou a acompanhar a produção pecuária: o milho! Tivemos um 2019 mais ameno com relação à relação de troca sacos de milho/arroba. A profunda mudança na política de acesso ao crédito oriundo dos bancos públicos, imposta pelo novo governo, está aos poucos deixando mais equilibrada a originação de gado gordo entre as indústrias, porque as médias/menores passaram a jogar mais forte, não só pelo crédito, mas também pela ascenção inconteste da demanda de carne de qualidade. Este fato (demanda por qualidade) mudou o elo da base da cadeia pecuária: a vaca! Antes um animal “monofásico” com um único disjuntor que cravava o destino binário este animal (entre abate ou reprodução), passou a ser “bifásico”, com dois disjuntores, que agora operam de forma independente: posição “on” e “off” do abate e da reprodução da fêmea bovina não dependem apenas da margem da cria. Neste momento, ambos estão na posição “on”, o que faz o aquecimento de preços (e da esperança), permear a cadeia pecuária de ponta a ponta, incluindo o gado de reposição. Teve melhor resultado em 2019, aquele que ingeriu cavalares doses do melhor remédio neste cenário de ânimo geral: o equilíbrio. Os que confundiram esperança com euforia, estão amargando neste final de 2019. Em 2020, o movimento de recuperação de preços pecuários tem tudo para continuar e se consolidar”.

Vamos repetir a dose? As melhores respostas enviadas para mim poderão aparecer no primeiro Front pós-reveillon. Uma boa passagem de ano e um 2020 de muita luz, saúde, proteção e justiça, para você, toda sua família e seus colaboradores! Até a próxima!

Fotos em destaque: pelas bandas de Goiás.


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